Símbolos

Escudo

O Rio Branco reformulou seu escudo algumas vezes, mas mantendo um padrão por quase 100 anos. A primeira versão, ainda com o nome Juventude & Vigor, foi a mais diferente, pois era redonda, e com as cores verde e amarelo. No ano seguinte, já em preto e branco e com o nome Rio Branco Football Club, o escudo se parecia com o atual, porém as cores eram invertidas.

A versão atual foi definida nos anos 90 e sofreu algumas modificações estéticas, mas sempre mantendo as cores e os raios em branco saindo do centro do escudo.

Mascote

O Rio Branco Atlético Clube tem como mascote o Cavaleiro Capa Preta, uma homenagem ao Sr. Lafayette Cardoso de Resende, apaixonado torcedor que se tornou símbolo da história do clube. Na década de 1920, Lafayette era fazendeiro nas proximidades do Monte Moxuara, região rural de Cariacica, na Grande Vitória, e cavalgava por horas até o antigo Estádio de Zinco, em Jucutuquara, na capital, sempre com sua capa de cor preta para se proteger da poeira e da chuva.

Ele ainda se diferenciava dos demais torcedores por assistir aos jogos do alto do morro que dava fundos para trave esquerda do gramado, sem apear-se do cavalo e nem tirar a capa preta. Torcedor apaixonado, Sr. Lafayete Cardoso, ao vibrar com os gols do time alvinegro, disparava tiros para o alto com seu revólver.

Com fama de bravo, mas também de ser um grande apaixonado pelo Brancão, Sr. Lafayete ficou logo conhecido e, mais que isso, sua presença passou a ser cobrada pelos torcedores alvinegros. Foi assim que o fazendeiro tornou-se o legendário Cavaleiro Capa Preta, um símbolo de admiração e fidelidade. Uma grande referência que identifica os torcedores clube até os dias de hoje.

Bandeira Oficial

Hino

Letra e Música atual do Compositor Kleber Corradi

Meu Rio Branco, meu sonho, meu clube
Sempre que o vejo, sou todo emoção
Meu Rio Branco, sua raça, suas taças
Ficaram marcadas no meu coração.

Para onde for, lá também estarei
De corpo e alma sempre torcerei
Meu Rio Branco, lancei-me em seus braços
Você é culpado do amor que lhe dei.

Não posso evitar o pranto
Ao vê-lo brilhar em campo
Suas cores, sua bandeira
Traduzem luta e certeza

De que você é o maior
E pra mim não existe melhor.

Meu Rio Branco, seus anos são glórias
São toda a prova do meu bem querer

Meu Rio Branco, toda a sua história
Trago na memória com todo prazer.

Se é na vitória ou mesmo na derrota
Vê-lo na luta é nunca vê-lo ao chão

Meu Rio Branco, de mim dependendo
Pra seguir em frente nunca direi não.

Não posso evitar o pranto
Ao vê-lo brilhar em campo

Suas cores, sua bandeira
Traduzem luta e certeza
De que você é o maior
E pra mim não existe melhor.